Histórias das XLs - Nacionais

 

 

XLs 125cc

 

  • XL 125S 86

 

O sucesso da Honda com a XL e XLX já estava firmado no mercado, mas a fábricante detectou o interesse em motociclistas que não tinham condições de comprar a 250, limitando-se as CGs 125 ou até mesmo DT 180. Pensando nisso, foi desenvolvido a XL 125S, lançanda juntamente com a XLX250R, era o espaço dado a ser conquistado pela "Xzelinha".

 

"Cara de um, fucinho de outro", uma legítima moto da família XL, mesmo não possuindo carenagem de farol e conta-giros. Mas o motor tinha origens das urbanas Turuna e ML 125, era 124 cm3 com comando de válvulas no cabeçote (não o de comando no bloco da CG), duas válvulas e 14 cv a 9.500 rpm, potência um pouco reduzida para trazer o torque para regimes inferiores. Com relação final curta, atingia velocidade máxima um tanto modesta, menos de 100 km/h, mas com consumo médio de mais de 30 km/l.

 

Era a "filhote", mais baixa do que a 250, vinha substituir a suspensão trazeira monomola por uma convencional de duas molas.

 

Em 1986 a Honda traz a "Xzelinha" com a carenagem igual à 250 e ganhava o apoio de pés do passageiro fixado ao quadro. Evitando a transmissão das oscilações da balança da suspensão traseira às pernas do garupa. O que também ocorreu com a 250.

 

A Honda em 1988 trazia para o mercado a XL 125 Duty (Duty = serviço em inglês), apresentava um banco largo apenas para o piloto, protetores metálicos para os manetes do guidão, amplos bagageiros na frente e atrás, longamento no pára-lama dianteiro e dois apoios laterais. Tudo isso, pensando no usuário rural, que necessitava de uma moto robusta e econômica para o trabalho longe do asfalto.